Na edição desta semana da coluna “Sessão de Terapia”, publicada em 7 de julho de 2026 no Blog José Patrício, a psicóloga Candice Galvão reflete sobre conhecer o próprio tamanho. A partir de uma experiência de autodescrição, ela aborda autoestima, identidade, pertencimento e a forma como os olhares, críticas e expectativas dos outros podem influenciar nossa percepção sobre quem somos e sobre o espaço que acreditamos merecer ocupar.
Na coluna “Sessão de Terapia”, Candice Galvão reflete sobre crise de confiança, medo de errar e pressão por resultados a partir da Copa do Mundo. A psicóloga mostra que um resultado ruim não define quem você é e que a autoconfiança também passa pela autocompaixão, pela trajetória construída e pela capacidade de seguir mesmo diante de dias difíceis.
O que estamos perdendo quando tudo vira digital Existe uma pergunta que tem ecoado muito na minha cabeça nos últimos meses: o que estamos perdendo quando tudo vira digital? Não estou falando de tecnologia, até porque eu mesma construí boa parte da minha carreira dentro dela. Vivo do digital, ensino pessoas a se posicionarem nas redes e acredito profundamente no poder das ferramentas online. Mas, ao mesmo tempo, tenho observado um movimento silencioso que talvez ainda não este
Quando a vida continua… e a ausência também Por Candice Galvão – Psicóloga Histórias recentes reacendem uma verdade difícil: o luto não interrompe a vida, ele nos atravessa enquanto tudo segue acontecendo. Nos últimos dias, duas histórias tocaram o país de formas diferentes, mas atravessadas por um mesmo sentimento: o luto. De um lado, Ana Paula Renault vivendo um momento de conquista e visibilidade, enquanto enfrenta, ao mesmo tempo, a dor da perda do pai. De outro, Tadeu Sc
Amizade feminina: vínculos que acolhem, sustentam e transformam Por Candice Galvão Em meio à rotina intensa e às múltiplas exigências que atravessam a vida das mulheres, a amizade feminina se revela como um espaço essencial de cuidado emocional. Mais do que encontros, esses vínculos representam pausas possíveis, lugares onde é permitido ser, sem a necessidade constante de dar conta de tudo. Na perspectiva sócio-histórica cultural, entendemos que nos constituímos nas relações.
Estar acompanhada não é o mesmo que se sentir conectada Por Candice Galvão – Psicóloga Nunca estivemos tão conectados e, paradoxalmente, tão solitários. Há pessoas cercadas de contatos, compromissos e conversas, mas que ainda assim sentem um vazio difícil de explicar. Uma solidão que não aparece nas fotos nem nas redes sociais. Essa solidão não vem necessariamente da falta de companhia, mas da ausência de vínculos onde seja possível existir com autenticidade. Estar com alguém