Nunca foi tão fácil ocupar um lugar, e tão comum não saber sustentá-lo. Existe uma distorção acontecendo no mercado, e ela está sendo normalizada. Nunca foi tão fácil ocupar um lugar de fala. E, ainda assim, nunca foi tão comum não saber o que fazer com ele. A estética resolveu quase tudo, o discurso pronto completa o restante e, de repente, temos especialistas sendo formados em tempo recorde. O problema é que parecer preparado não é a mesma coisa que estar. O digital criou u
Por que se colocar em primeiro lugar ainda dói tanto? Por Candice Galvão – Psicóloga Para muitas pessoas, especialmente mulheres, dizer “não” ainda vem acompanhado de culpa. Um incômodo interno que surge mesmo quando o limite é legítimo, necessário e saudável. Como se se priorizar fosse, automaticamente, um ato de egoísmo. Essa culpa não nasce do nada. Ela é construída ao longo da vida em relações que reforçam a ideia de que ser boa é ser disponível, compreensiva, flexível, m
Quando o corpo segue, mas a mente já pediu pausa Por Candice Galvão – Psicóloga Há um tipo de cansaço que não melhora com uma boa noite de sono, um fim de semana livre ou até com férias. É um esgotamento mais silencioso, difícil de explicar, mas fácil de sentir. O corpo até obedece, cumpre tarefas, mantém a rotina, mas por dentro algo já pediu pausa há tempos. Esse cansaço não é apenas físico. Ele nasce do acúmulo de responsabilidades emocionais, da necessidade constante de d
IA está em todo lugar. Mas a autoria ainda é rara A inteligência artificial deixou de ser tendência e virou rotina na produção de conteúdo. Está nos textos, nos roteiros, nas imagens, nos planejamentos e até nas respostas automáticas que recebemos todos os dias. A IA já não é mais novidade. É ferramenta de trabalho. O que ainda não se tornou comum é o uso consciente dela. Nos últimos anos, produzir conteúdo ficou mais rápido e mais fácil. A página em branco deixou de ser um p
Por que se colocar em primeiro lugar ainda dói tanto? Por Candice Galvão – Psicóloga Para muitas pessoas, especialmente mulheres, dizer “não” ainda vem acompanhado de culpa. Um incômodo interno que surge mesmo quando o limite é legítimo, necessário e saudável. Como se se priorizar fosse, automaticamente, um ato de egoísmo. Essa culpa não nasce do nada. Ela é construída ao longo da vida em relações que reforçam a ideia de que ser boa é ser disponível, compreensiva, flexível, m
Quem não controla a própria imagem profissional está deixando o mercado decidir por ele Por Tainan Cruz, Social Branding Existe uma ideia ainda muito comum de que a imagem profissional é algo secundário. Um detalhe estético, um cuidado superficial ou até um elemento de vaidade. No entanto, no ambiente atual, imagem é percepção. E percepção é posicionamento. Quem não controla a própria imagem profissional está, na prática, deixando que o mercado construa essa imagem por conta