top of page

AMSO-TR alerta para crise financeira nos municípios do Seridó e Trairi e cobra repasses do Governo do Estado

Foto do escritor: Redação
Redação
há 50 minutos
2 min de leitura
Representantes da AMSO-TR em registro institucional relacionado ao debate sobre crise financeira dos municípios do Seridó e Trairi.
Associação aponta falta de repasses estaduais e efeitos da estiagem prolongada como fatores de pressão sobre as prefeituras; gestores relatam necessidade de rever despesas para manter serviços essenciais.

A Associação dos Municípios do Seridó Oriental e Trairi (AMSO-TR) divulgou, no dia 1º de novembro, uma nota pública alertando para o agravamento da crise financeira enfrentada pelas prefeituras da região. Presidida pelo prefeito de Tenente Laurentino Cruz, Inácio Macedo, a entidade atribui as dificuldades à ausência de repasses que considera devidos pelo Governo do Estado, somada aos efeitos da estiagem prolongada no Seridó e no Trairi.


Segundo a associação, o cenário tem comprometido as finanças municipais e levado administrações a adotar medidas como adiamento ou cancelamento de eventos, renegociação de contratos, parcelamento de pagamentos e revisão de despesas.


A AMSO-TR cobra medidas urgentes dos governos estadual e federal para garantir a manutenção dos serviços essenciais à população e reduzir os impactos da crise sobre os municípios.


Confira a nota da AMSO-TR na íntegra


A Associação dos Municípios do Seridó Oriental e Trairi (AMSO-TR) noticia o agravamento das dificuldades financeiras enfrentadas pelas prefeituras pela soma de vários fatores, dentre os quais, a ausência dos repasses devidos pelo Governo do Estado e o acúmulo dos efeitos da estiagem prolongada na região do Seridó e Trairi.


A combinação entre receitas insuficientes, obrigações crescentes e demandas emergenciais compromete a capacidade de planejamento e de atendimento dos municípios. Diante desse cenário, administrações municipais têm sido levadas a adotar medidas restritivas, como adiar ou cancelar eventos, renegociar contratos, parcelar pagamentos e rever despesas. Essas decisões, embora necessárias para preservar serviços essenciais, afetam a população e a economia local.


A estiagem torna esse quadro ainda mais grave. A escassez de água e seus impactos sobre comunidades, atividades produtivas e condições de vida ampliam a procura por apoio dos municípios. Cabe às prefeituras responder a essas necessidades e manter a regularidade dos serviços públicos, justamente quando seus recursos já estão sob forte pressão.


Não é razoável que os municípios, responsáveis por atender diretamente a população, enfrentem sozinhos uma situação dessa dimensão. A AMSO-TR espera dos governos estadual e federal medidas concretas, articuladas e urgentes de parceria com as prefeituras. Este é um momento que exige responsabilidade dos gestores, compreensão da população e, sobretudo, cooperação entre os entes públicos. Sem providências proporcionais à gravidade do cenário, os efeitos da crise financeira e da estiagem recairão ainda mais sobre os serviços municipais e sobre quem mais depende deles.


Francisco Macedo da Silva

Presidente da AMSO-TR



Comentários


bottom of page