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Nathalia Gadelha Filgueiras, filha de brasileiros, era copilota de avião que caiu na Flórida e deixou 9 mortos

Foto do escritor: Redação
Redação
há 3 horas
3 min de leitura
Nathalia Gadelha Filgueiras, copilota de 20 anos que morreu em queda de avião na Flórida.
Jovem de 20 anos conquistou licença de piloto antes da carteira de motorista e acumulava cerca de 1.300 horas de voo; acidente é investigado nos Estados Unidos

A jovem Nathalia Gadelha Filgueiras, de 20 anos, filha de brasileiros, foi identificada como uma das nove vítimas da queda de um jato executivo na Flórida, nos Estados Unidos, no domingo (1º). Ela atuava como copilota da aeronave Learjet 60, que caiu no condado de Palm Beach, provocando uma tragédia aérea.


A confirmação de que Nathalia integrava a tripulação foi feita pela mãe, Camila Corteleti, ao jornal norte-americano New York Post. Apesar da pouca idade, a jovem já havia construído uma trajetória na aviação, com aproximadamente 1.300 horas de voo e experiência profissional no setor.


A história da copilota ganhou destaque por uma conquista incomum: ela obteve sua licença de piloto privado aos 17 anos, antes mesmo de tirar a carteira de motorista. O feito repercutiu na imprensa norte-americana e revelou a dedicação precoce de Nathalia à carreira aeronáutica.


Avião seguia para as Bahamas quando caiu na Flórida


O jato executivo Learjet 60 havia decolado de Austin, no Texas, com destino às Bahamas. Durante o trajeto, a aeronave sofreu uma queda e atingiu uma rodovia na região de Palm Beach, deixando nove pessoas mortas.


A violência do impacto provocou danos significativos no local do acidente. As circunstâncias que levaram à queda ainda são investigadas pelas autoridades norte-americanas.


O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos (NTSB), responsável pela investigação de acidentes aéreos no país, trabalha para esclarecer os fatores envolvidos na tragédia. Até a conclusão das análises técnicas, não é possível apontar uma causa definitiva para a queda.



Nathalia começou a pilotar ainda na adolescência


O interesse de Nathalia Gadelha Filgueiras pela aviação surgiu na infância, influenciado pelo pai, Allan Filgueiras, que costumava pilotar por lazer. O contato com aeronaves despertou na jovem o desejo de seguir profissionalmente na área.


Aos 12 anos, Nathalia já demonstrava interesse pela carreira. Durante o ensino médio na West Boca Raton High School, na Flórida, participou de iniciativas de formação aeronáutica vinculadas à rede pública de ensino do condado de Palm Beach.


Em 2023, aos 17 anos, conquistou a licença de piloto privado. A realização foi destaque em uma reportagem da emissora CBS12, que apresentou a história da estudante autorizada a pilotar aviões antes de obter a habilitação para dirigir automóveis.


A formação também incluiu atividades em escolas especializadas de aviação, contribuindo para que a jovem desenvolvesse experiência prática e avançasse na profissão.


Jovem acumulava 1.300 horas de voo e sonhava em comandar grandes aeronaves


Mesmo com apenas 20 anos, Nathalia já acumulava aproximadamente 1.300 horas de voo, segundo informações divulgadas sobre sua trajetória profissional. A experiência permitiu que ingressasse na aviação executiva, setor em que atuava como copilota.


Nas redes sociais, compartilhava momentos da rotina nos aeroportos e registros relacionados à profissão. Entre seus objetivos estavam assumir o comando de jatos executivos e, futuramente, trabalhar em grandes companhias aéreas.


A morte de Nathalia interrompeu uma carreira iniciada ainda na adolescência e marcada pela dedicação à aviação. Enquanto familiares e amigos lamentam a perda, as autoridades dos Estados Unidos seguem investigando as circunstâncias do acidente que deixou nove mortos na Flórida.

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