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Grupo de empreendedoras denuncia suspeita de aplicar golpes em lojas de Natal

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 12 de set.
  • 2 min de leitura

Um grupo de empreendedoras de Natal, no Rio Grande do Norte, se uniu para denunciar uma mulher identificada como Jozilma, suspeita de aplicar uma série de golpes em diferentes comércios da cidade. As vítimas criaram até um grupo no WhatsApp chamado Caloteiras de Natal, onde compartilham relatos, trocam informações e buscam alertar outras empresárias para que não sejam prejudicadas.


Imagem: Divulgação/ Redes Sociais
Imagem: Divulgação/ Redes Sociais

Segundo os relatos, a suspeita se apresenta de forma simpática, afirmando ser influente e aparentada de políticos locais. Para reforçar sua credibilidade, costuma dizer que chegou ao estabelecimento por indicação de uma amiga em comum da vítima. Com aparência elegante, loira e frequentadora de igreja, convence facilmente as comerciantes, que acreditam na suposta recomendação.


Como funcionava o golpe

De acordo com os depoimentos, o golpe seguia um padrão. Jozilma realizava compras de roupas, acessórios, serviços de beleza e até joias, sempre prometendo efetuar o pagamento integral posteriormente. Para ganhar tempo, dizia que seu cartão “iria virar” em determinado dia, e enquanto isso repassava pequenos valores. Dessa forma, conseguia acumular dívidas cada vez maiores.


As quantias relatadas variam entre R$ 6 mil, R$ 8 mil e chegaram a R$ 19,6 mil em apenas uma loja. Em um único dia, segundo o grupo, a suspeita teria enganado três empresas diferentes.


Impacto para mulheres empreendedoras

A maioria das vítimas atua em pequenos e médios negócios, sustentados com muito esforço pessoal. São empreendedoras dos setores de moda, salões de beleza, joias e acessórios, que dependem diretamente da receita para manter seus estabelecimentos.


“Estamos falando de mulheres batalhadoras, que não podem simplesmente absorver esse tipo de golpe”, destacou uma das integrantes do grupo. Algumas empresárias conseguiram recuperar parte do dinheiro, mas a suspeita segue repetindo a prática em novos estabelecimentos.


Denúncia e investigações

As vítimas já registraram boletins de ocorrência na Polícia Civil, que deve apurar os casos. Enquanto isso, as empreendedoras seguem compartilhando informações no grupo de WhatsApp para tentar impedir que outras comerciantes sejam enganadas.


“O nosso objetivo é evitar que mais pessoas caiam nesse esquema. Queremos expor esse caso para que a justiça seja feita e para que outras mulheres não sejam prejudicadas”, afirmou outra empresária.


A suspeita ainda não se pronunciou sobre as acusações.


Fonte: Blog Juliana Celli

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